Retirada de Pára-Raios Radioativos

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O processo de remoção, retirada dos pára-raios radioativos e realizar a substituição e adequação de pára-raios radioativos com envio ao CNEN (Conselho Nacional de Energia Nuclear), é executado pela DATALINK que providenciando toda documentação exigida por lei, para transporte, embalagem correta e principalmente retirada dos para raios radioativos ou captores radioativos sem riscos para funcionários, clientes e população.

É possível distingüir os pára-raios radioativos dos convencionais porque a maioria dos radioativos tem formato de discos superpostos, enquanto que os convencionais têm forma de pontas.

As fontes radioativas têm a forma de fitas metálicas fixadas nos discos e têm poucos centímetros de comprimento por 1 a 2 cm de largura. Este material emite radiação alfa que tem alcance no ar de apenas poucos centímetros e radiação gama de baixa energia apresentanda. É sendo necessário seguir estritamente as instruções e normas para retirada dos pára-raios radioativos.

Pára-raios radioativo – proibido pela Norma NBR 5419/97, e por Lei de cada Estados ou pelas Prefeituras Municipais. E pelas LEI No 10.308, DE 20  DE NOVEMBRO  DE 2001, Lei no 6.189, de 16 de dezembro de 1974, modificada pela Lei no 7.781, de 27 de junho de 1989 e  Lei no 6.453, de 17 de outubro de 1977.

Os captores radioativos, sistemas de pára-raios radioativos, ainda hoje existentes e que foram instalados em inúmeras unidades industriais e comerciais, sítios e fazendas, prédios de condomínios, estabelecimentos de ensino, edifícios públicos, hospitais, residências particulares, unidades bancárias, clubes recreativos, etc., são providos em quase sua totalidade de uma fontes radioativas de Amerício AM-241. Uma pequena parcela destes captores, logo no início de sua fabricação e implantação no país, foram instalados contendo fontes radioativas Rádio, Ra-226.

Estes captores radioativos apresentam hoje, em quase a sua totalidade, graves indícios de corrosão mecânica portanto estando sujeitos a quedas por falta de manutenção e vazamento do material radioativo.

Outros captores que porventura ainda estejam em boas condições mecânicas de fixação do corpo e da pastilha do material radioativo, em muitos casos tem toda a superfície de emissão radioativa coberta por resíduos de poluição ambiental, bloqueando quase totalmente a radiação que deveriam emitir em volta do captor. Vale dizer que as emissões do Amerício 241 e do Rádio 226 são de baixo comprimento de onda, na faixa alfa de radiação, de baixa capacidade de penetração e portanto facilmente bloqueáveis por qualquer pequena camada de poeira.

O princípio técnico original do captor radioativo é ionizar o ar e provocar um canal de fácil descida para o raio. Este princípio é questionável porque justamente as emissões alfa não são suficientes para provocar este fenômeno. Também pelo princípio técnico original, acreditando-se que o material radioativo era suficiente para proteção, foram eliminadas as pontas do antigo projeto do captor tipo Flankin, que utiliza o “efeito das pontas” para ionizar o ar e abrir passagem para o raio. Assim, o para-raio radioativo tornou-se hoje, para as instalações que o adotaram e que ainda não retiraram, duplo risco: não tem efeito de ponta e nem o suposto efeito radioativo. Deixam as instalações totalmente sem proteção.

Exatamente por este motivos, este tipo de captor foi proibido de ser fabricado e sua retirada foi tornada obrigatória por lei desde abril de 1989, quando foi publicada no Diário Oficial da União, a Resolução n.º 4, expedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN-RJ – Resolução n.º 4, de 19 de abril de 1989.

Assim, por força legal e por não atenderem mais a qualquer aspecto de proteção, torna-se obrigatório a remoção de todo captor radioativo instalado.

O leigo não pode no entanto retirar as pastilhas do captor e joga-las no lixo simplesmente, ou retirar o captor inteiro e joga-lo fora. A Resolução do CNEN obrigada a retirar e encaminhamento com e a entrega do registro do certificado de destinação final desse produto em  depósito do Governo, em São Paulo. O material radioativo existente, ainda que ineficaz para proteção continua sendo radioativo e perigoso. É imperativo que o captor seja retirado e através de um processo padrão estabelecido pelo CNEN sejam entregues, como doação, para que seja corretamente destinado ao lixo de rejeitos de materiais radioativos existente e controlado pelo Governo.

FONTE AM-241 NA FORMA DE FITA.

No Depósito de Rejeitos, logo após o recebimento dos captores radioativos, as fontes dos captores são protegidas com tinta spray, para reduzir a contaminação durante o manuseio, e os para-raios radioativos permanecem estocados em tambores de 200L antes de seguirem para o processo de redução de volume.

Nesse processo de redução de volume, localizado no LABORATÓRIO DE REJEITOS RADIOATIVOS DO IPEN, é utilizada uma CAIXA DE LUVAS, com fechamento hermético e equipada com sistema de FILTROS HEPA e MONITOR DE AR,

OBS: O GOVERNO não realiza essa atividade. Os eletricistas que trabalham na área conhecem esse problema pela expressão: retirada de para raio radioativo, retirada de captor radioativo, para raio radioativo, captor radioativo ou para raio radioativo riscos.